Publicado por: tidirpro | 27 de novembro de 2009

Duas Faces de Uma Mulher é:

jornalismoconectado.blogspot.com

jornalismoconectado.blogspot.com

Somos estudantes de Jornalismo do Centro Universitário UNA, e esse blog faz parte de um projeto acadêmico da  disciplina de TIDIR. Nosso objetivo principal é mostrar um grupo urbano e nesse caso: as Profissionais do Sexo,

levando a conhecimento da sociedade a vida de mulheres que, independentemente da profissão, são mães, esposas e cidadãs.

No entanto, não conseguimos nos ater a apenas suas vidas sociais, pois o estigma do preconceito delimita o interesse dessas mulheres em participarem de estudos como esse. Contudo conseguimos construir uma teia quase que literária com os depoimentos prestados, aqui está postado um amplo material, de alta qualidade, de foco diferente dos demais e acima de tudo produzido com muito profissionalismo, esperamos que apreciem!

A Equipe

Publicado por: tidirpro | 23 de novembro de 2009

Entrevista com Profissional do Sexo

Por Vitor Hugo

Em uma noite de sábado, eu, Tatiane, Camila e Jônatas nos encontramos na porta da 6ª companhia da Polícia Militar localizada no centro de Belo Horizonte. Dois policiais militares nos esperavam para irem conosco até a Zona boemia da cidade, na Rua Guaicurus. Tínhamos o objetivo de entrar nos hotéis ali localizados para realizar um trabalho de campo e entrevistar profissionais de sexo. Conseguimos realizar a pesquisa e conseguimos muita informação.

O próximo destino seria a Praça Rio Branco também conhecida como Praça da Rodoviária e ao passarmos pelo cruzamento das avenidas São Paulo com Santos Dumont encontramos Adriana (entrevistada no vídeo). Estávamos com os equipamentos de filmagem e ao vê-los ela se empolgou, e começamos a conversar. Ela desabafou muito e perguntei se gostaria de ceder uma entrevista, Adriana aceitou e logo comecei a fazer perguntas, ela respondia com tom de desabafo e chegou ao ponto de chorar em alguns trechos da gravação.

Terminada a gravação ela continuou desabafando e “gritando” por socorro. Após algum tempo fomos embora e ela continuou lá, nas ruas… Ela queria ser ouvida.

 

Publicado por: tidirpro | 22 de novembro de 2009

Fragmentos de Vidas – Ana Paula

Por Tatiane Kely e Vitor Hugo

“Sou Ana Paula, solteira e moro em Sete lagoas, mas nasci na Bahia. Tenho 25 anos e não quero chegar aos 30 trabalhando aqui, não. Não gostaria de jeito nenhum que a profissão fosse legalizada, pois, imagina quando eu quiser  procurar outra coisa melhor pra mim e tiver de mostrar a minha carteira assinada como garota de programa?! Querendo ou não existe o preconceito”.

“Cliente pra mim é fácil porque sou meiga e os homens gostam de atenção. A gente aqui não escolhe ninguém, depois que entra pela porta é esse mesmo, o certo é que sempre uso camisinha. Tem cliente que vem cá e aumenta a nossa auto-estima, mas outros ‘te põe lá embaixo’.  A gente aqui é que nem psicóloga, muitos vem aqui e não fazem nada só querem conversar, desabafar… contam pra gente aquilo que não contam pra ninguém”.

“Já fui á Igreja e sabe quando cê fica sentada lá atrás e todo mundo fica olhando pra você? Era assim: o padre tava falando lá na frente, mas a atenção das pessoas não tava nele não, elas olhavam pra mim. Tem muitas garotas que fazem isso (programas) porque gostam, mas a grande maioria é por necessidade. Eu? Já fui garçonete, mas não dá… faço pelo dinheiro que vale a pena ”.

“Não confio em homem. Homem aqui é só pra isso!”.

“Vivo para meus quatro filhos, eles não sabem que sou prostituta. Minha mãe sabe como era minha situação de necessidade mesmo, e hoje tenho muita coisa que quero com o dinheiro que ganho aqui. Ela às vezes me dá alguns conselhos e minhas irmãs mudaram um pouco comigo, por causa do preconceito. Os homens reagem normalmente, eles compreendem… já mulher é mais moralista, mulher não compreende”.

“Meus filhos não sabem. Se me discriminarem…?”

“Não posso fazer nada”.

Publicado por: tidirpro | 20 de novembro de 2009

Fragmentos de Vidas – Carioca

Por Bruna Luiza, Jônatas Weber e Tatiane Kely

Quarto da Carioca. Foto:Tatiane Kely
Quarto da Carioca. Foto:Tatiane Kely

Carioca. 28 anos. Veio do Rio de Janeiro onde mora com a família. Passa vinte dias em Belo Horizonte trabalhando e volta para a sua cidade. Trabalha de 16h ás 23h e dorme num quarto de hotel que divide com uma amiga para não ter que dormir no local de trabalho. Já saiu e voltou várias vezes para a prostituição. Começou com 18 anos por curiosidade. Não vai a lugar nenhum a passeio ou lazer em Belo Horizonte. É kardecista e gosta de ler livros do Paulo Coelho. Seu último emprego fichado foi na LIGHT no Rio, porém houve redução do quadro de funcionários e despediram muitos. Se viu desempregada mais uma vez e voltou a fazer programas em BH. Teve um problema no útero e teve que parar de tomar remédio anticoncepcional, namorou um dos seus clientes aqui (BH), terminou o namoro, voltou para o Rio de Janeiro onde arranjou um emprego, passou mal no dia seguinte, descobriu que estava grávida e teve de voltar para cá. Já foi gerente de casa de prostituição no Rio, sendo a sua mãe ciente disso. Mas aqui em Belo Horizonte ela diz que trabalha em uma fábrica, para não dar desgosto a sua mãe. Devido a sua gravidez pretende continuar na profissão até o próximo mês de fevereiro. Não gostaria que a prostituição fosse legalizada, não gosta do que faz e também não recomenda para ninguém.

Publicado por: tidirpro | 20 de novembro de 2009

Fragmentos de Vidas – Iracema

Por Bruna Luiza, Jônatas Weber e Tatiane Kely

Quarto da "Dominadora". Foto: Bruna Luiza
Quarto da “Dominadora”. Foto: Bruna Luiza

Ela é Iracema. 45 anos. Natural de Goiás, mora em Belo Horizonte no hotel onde trabalha. É solteira. Tem três filhos casados que não vê há um ano e que moram na sua terra natal. É católica e vai á missa aos domingos e durante a semana para acender velas. Em Goiás era cozinheira, ganhava pouco e criava os filhos sozinha. Optou  pela prostituição como sendo um meio de ganhar mais dinheiro. Escolheu Belo Horizonte porque segundo ela, Minas Gerais é o lugar do Brasil onde os homens mais “dão”. Trabalha de 8h ás 22h de segunda a segunda há quase dez anos. Tem anúncio no jornal super como ” inversão“. Não faz sexo com seus clientes porque diz que á princípio, além de não aguentar transar por muito tempo também tinha ódio de ver os homens em cima dela, então teve a idéia de trabalhar com próteses penetrando os homens através do sexo anal, quando um dos seus clientes lhe pediu durante o atendimento para penetrá-lo com o dedo. Põe filmes pornôs durante os programas para excitar os homens. Atende todos os tipos de clientes, citou: juiz, advogado, médico, casados, pai de família, solteiros, jovens, velhos e outros. Gosta muito  do que faz e diz que os seus clientes são as pessoas mais carinhosas que existem.

Na hora do lazer gosta de ver filmes de terror. É voluntária da faculdade de medicina da UFMG para coleta de exames ginecológicos contra DST’s. Vai à feira de artesanatos da avenida Afonso Pena aos domingos, ao parque municipal e ao shopping Cidade. Como sofre de depressão, dores de cabeça e dificuldade de concentração, pratica cálculos de matemática que ela diz adorar, para exercitar a memória.

Para a sociedade se assume como “dominadora”. Pretende continuar solteira, pois afirma que de tantos anos atuando como dominadora, não consegue mais ver os homens como Homem e não sente mais desejo por nenhum. Nunca foi vítima de preconceito. Revelou que pela forma discreta como se veste, ninguém imagina com o que ela trabalha. Vai seguir o conselho de sua psicóloga com quem faz terapia uma vez por semana, de largar a profissão atual e pretende voltar para Goiás e lá abrir um bar com o dinheiro que está juntando.

Quarto da "Dominadora". Foto:Tatiane Kely

Quarto da "Dominadora". Foto: Tatiane Kely

Publicado por: tidirpro | 20 de novembro de 2009

Fragmentos de Vidas – Rosenilda

Por Tatiane Kely e Vitor Hugo

Rosenilda. 25 anos. Solteira. Tem 4 filhos. Parou de estudar no 2º ano do ensino médio.

Mora com os pais. Trabalha há 5 anos nesta profissão.Deseja muito conseguir um emprego melhor para sair da prostituição.

Ganha de R$ 120,00 a R$ 180,00 por dia. Trabalha de 9h até a hora em que o estabelecimento se fecha. Quando não trabalha vai para um bar beber. Não anda com ninguém. Tem vontade de voltar a estudar. Vai ao ginecologista regularmente. Para a sociedade ela diz que trabalha fichada. A família não sabe da sua profissão. Já sofreu uma tentativa de homicídio dentro de um hotel na rodoviária. Pretende continuar solteira. Ás vezes vai á igreja católica.

Publicado por: tidirpro | 20 de novembro de 2009

Na cama com Sabrina

Por Jônatas Weber e Tatiane Kely

Batemos à porta, e uma mulher bem aparentada nos atendeu, explicamos o motivo da entrevista, ela se mostra disposta, e logo na primeira  fala mostra ser uma pessoa bastante instruída.

Sabrina, 39 anos, mãe de 6 filhos e profissional do sexo. Gosta de ler Zibia Gaspareto e inclusive costuma indicar dois livros para seus clientes: Nada é por acaso e Faça valer a pena. Ela acredita em reencarnação, escuta Ana Carolina e tem como passa tempo caça-palavras.

No dia a dia, gosta de correr, cuidar da aparência, mas o que mais gosta é de passar o tempo livre com seus filhos, diz ser este seu melhor passa tempo, sendo estes cientes de sua profissão. Quando alguém pergunta sobre sua profissão, ela responde: autônoma. Sabrina diz que ninguém é responsável por seus atos, apenas ela. Também conta-nos que quando adolescente, nunca foi próxima de sua família e que aos 16 anos já era independente. Já passou por várias experiências, mas esta é a que lhe rende mais dinheiro.

 

Quando perguntamos se tinha  algum risco de se apaixonar por algum cliente, ela  diz que não, que sabe separar trabalho de vida pessoal . Ainda  acrescenta que tem dó dos homens que se intitulam “poderosos na cama”, que  vão lhe dar prazer, dizendo: quem são os homens para saber como satisfazer uma mulher? Quando perguntamos sobre sua rotina de trabalho, informou que trabalha de 16h ás 23h, e que paga uma taxa ao dono do hotel pelo aluguel do quarto. Não estipula um número de clientes, e diz: quanto mais melhor. De repente bate á porta o dono do estabelecimento que interrompe a entrevista e diz que ela precisa trabalhar. Assim encerramos a entrevista com  novas  curiosidades aguçadas.

Publicado por: tidirpro | 20 de novembro de 2009

Pode me chamar de Emile

Por Gisele Sena 

“Pode me chamar de Emile, sempre quis dar esse nome a minha filha. Tenho 40 anos, vim de Diadema São Paulo”

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

Em 18 de maio de 1998, uma jovem solteira com três filhos vinha de São Paulo para Belo Horizonte, em busca de recursos financeiros para cuidar da mãe com sérios problemas cardíacos. Convencida por uma amiga de que era a forma mais ágil para juntar R$ 25.000,00 necessários à cirurgia de sua mãe, Emile convenceu-se à entrar no mundo da prostituição.

Agora com 11 anos de profissão, Emile revela que não gosta do que faz, porém, a necessidade fala mais alto, tem três filhos para criar, pagando curso superior para um dos filhos, técnico para o outro, além do sustento da casa, tudo pago por sua profissão.

“Meus filhos sabem e respeitam, afinal, tudo que temos é fruto do nosso trabalho, nosso apartamento, a faculdade de agronomia do filho de 20 anos e o curso de mecânico do de 23 anos, só é segredo para minha filha de 12 anos que cursa o ensino fundamental, para ela, sou acompanhante de idoso”.

No inicio da sua carreira, Emile conseguiu juntar uma quantia em dinheiro e construir uma casa de dois cômodos nos

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

fundos da casa de sua mãe em São Paulo, que ela ia visitar de 15 em 15 dias. Em uma dessa visitas sua irmã traiu o marido, se separou e ficou passando algumas noites na sua pequena casa, porém, essa ajuda custou caro, pois ela descobriu sobre a profissão de Emile e começou a ameaçá-la, que, obrigada, cedeu a sua casa e mudou-se definitivamente para Belo Horizonte.

Quando perguntada sobre a sociedade, como ela age e se assume perante a mesma e a igreja, ela diz que “não tenho problema algum, se me perguntam eu assumo. Outro dia, encontrei um senhor e ele me perguntou se sou profissional do sexo eu falei que sim, o problema é que ele não acreditou”.

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

Segundo Emile, a vida de uma profissional do sexo não é fácil. Certo dia, um senhor que sempre a paquerava no ponto de ônibus visitou o hotel que ela trabalha. Ela reconheceu que o infeliz a chantageou ameaçando contar tudo para o síndico de seu prédio. A resposta de Emile não podia ser diferente, “a única coisa que ele vai fazer é vir aqui, meu condomínio está em dia”.

Emile diz que “dá certo” com todas às meninas do hotel, e que, às vezes, até as aconselha, como em um dia em que um traficante (12) não saia do quarto de uma que ganhava R$ 20,00, porém, com tanta droga gastava R$ 40,00. Emile mesmo nunca usou drogas e vive em função de seus filhos. “Drogas, além de não ser bom iria me comprometer”.

A troca de lençóis ocorre duas vezes ao dia, ela tem quatro jogos. Os seus clientes geralmente são fixos e casados. Emile costuma escolher seus clientes pelo perfil, só trabalha de luz acesa por precaução, nunca recebeu agressões físicas e nem verbais durante seu período de trabalho. Não aceita proposta alguma se essa for sexo sem camisinha.

O programa dura de 10 a 15 minutos se o cliente quiser ultrapassar esse período ele paga mais um programa. Emile faz

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

25 programas no mínimo, paga R$ 100,00 da diária do hotel e ganha no mínimo R$ 150,00 livre, isso se o movimento tiver sido fraco.

A entrevistada revela que o fato de 90% dos homens serem casados é por causa da rotina ( um dos piores problemas dos casais) e porque não conseguem realizar suas fantasias sexuais com suas esposas. Além de não criar vínculo a s profissionais do sexo e eles podem ter outras mulheres sem correr o risco das “outras” ficararem ligando para eles.

Ela conta que pode acontecer um caso de gravidez, e quando acontece a profissional procura o cliente, faz o DNA e ele é obrigado a assumir a criança.

Em muitas situações o cliente tira a profissional da prostituição e passa a assumi-la.

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

Quarto Emile. Foto: Gisele Sena

Emile deseja que a profissão seja legalizada pelas amigas, e faz um apelo: solicita que os governantes não tirem os hotéis, pois, não terão onde trabalhar, o que fará com que essas mulheres trabalhem na rua.

Para o futuro, Emile deseja fazer um curso de segurança e viver apenas para os filhos.

Publicado por: tidirpro | 20 de novembro de 2009

Projeto Redenção

Por Vitor Hugo e Danielle Pinheiro

Este projeto foi criado para auxiliar a associação de Profissionais do Sexo de Belo Horizonte e já se estende por dois anos. È composto por dois pastores evangélicos, uma psicóloga e uma presidente.

O objetivo principal deste projeto é promover para as profissionais a conscientização quanto à necessidade de cuidado com saúde, vida social e perspectiva profissional. Os encontros da associação são realizados mensalmente.

“Sempre realizei este tipo de projeto mesmo estando em uma igreja evangélica,  gosto de trabalhar porque é muito gratificante e durante todo o tempo que realizo este projeto tenho recebido muitas bençãos”, afirma o Pastor Abelardo.

Ele  é paulista e realiza este projeto em mais dois  outros estados : Ceará e São Paulo, ele vem à Minas uma vez por més.

O projeto ainda conta com a colaboração do pastor Charley Fernandes, que usa versículos biblicos, explica claramente seus sentidos para promover a concientização com relação às perspectivas de vidas das mulheres. Porém sem promover nome  de igreja nenhuma.

Carla formada em psicologia também contribui com as dinâmicas que realiza com as mulheres. O objetivo de seu trabalho é promover sensibilização atraves das dinâmicas para que o tema à ser ministrado na reunião seja bem recebido. Dos Anjos é presidente da Associação e tem uma historia de experiência na profissão, antes de conhecer o projeto redenção era prostituta e trabalhava na zona boemia de Belo Horizonte, hoje em dia não gosta de ouvir falar no lugar. Ela tem grande importância para o projeto, pois as mulheres confiam nela e a enxergam como exemplo.

Percebemos que o projeto Redenção é algo  valioso para a nossa sociedade, de modo geral a população é preconceituosa e exclui as mulheres que exercem a prostituição, mas conhecemos na prática pessoas dignas, despidas de preconceito que  trabalham em favor de vidas independente de suas externalidades.

Publicado por: tidirpro | 20 de novembro de 2009

Entrevista com Abelardo do Projeto Redenção

Por Danielle Pinheiro

Abelardo é um dos Pastores da Primeira Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte e um dos fundadores da Associação das Prostitutas da cidade.

Essa entrevista foi concedida no dia 04/11 com intuito de aprofundar nos aspectos organizacionais da associação e conhecer o motivo pelo qual a igreja apóia o programa.

Antes de começar a gravação conversamos muito sobre a posição moral da sociedade em relação às mulheres prostitutas e como isso dificultou o estabelecimento da associação que usava o espaço da igreja para reuniões mensais e acabava incomodando os fieis.

Abelardo foi taxativo com relação ao preconceito e percebemos que ele realiza esse trabalho porque consegue enxergar as mulheres além da atividade de prostituição que exercem.

Ele compartilhou planos para as reuniões que atualmente acontecem no Centro Cultural Da UFMG mensalmente, e se tornarão semanais assim que o novo espaço cedido pela presidente Dos Anjos, em sua casa ficará pronto.

Ele contou a história da criação da Associação e porque se interessou especialmente por esse trabalho. Falou da dificuldade enfrentada em função da distância já que reside em São Paulo, mas também da satisfação em poder ajudar as mulheres que procuram a associação pedindo “socorro”, afeto e ombro, explicou também como a instituição ajuda essas mulheres.

Mesmo com o tempo escasso, pois iria viajar para casa, Abelardo cedeu-nos a entrevista e foi extremamente gentil com nossa equipe. Esperamos que vocês apreciem a entrevista e esclareçam suas duvidas.

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